quinta-feira, 23 de outubro de 2008

[IHM] Atividade Avaliação de Interfaces

Avaliação de Interfaces - Introdução e Objetivos

A Avaliação é importante a Avaliação num processo de design, suas técnicas de modelagem e construção de protótipo garante que o design esteja em constante avaliação. Os fatores que determinam de um plano de avaliação incluem: estágio do design, quão pioneiro é o projeto, número esperado de usuários, quão crítica é a interface , custo do produto e orçamento alocado para o teste, tempo disponível e experiência dos desingers e avaliadores. Existem várias tecnicas de testes, porém, deve-se ter em mente que um certo grau de incerteza sempre permanece mesmo após exaustivos testes com múltiplos métodos. Perfeição não acontece.
Objetivos
É feito a avaliação para conhecer melhor o que os usuários quer e problemas que eles experimentam, com isto é melhor as informados que consegue-se sobre seus usuários e melhor serão os design de seus produtos. São necessárias as avaliações para conseguir responder dúvidas que surgem durante o processo de design e desenvolvimento de um produto, pois assim, muitos pontos do processo de design os desenvolvedores verificaram se as idéias são realmente o que os usuários vai precisar.
Métodos
  • Inspeção de usabilidade: sem envolver usuários e podendo ser usado em qualquer fase do desenvolvimento de um sistema (implementado ou não)
  • Testes de usabilidade: métodos de avaliação centrados no usuário, métodos observacionais e técnicas de questionamento. (precisa estar implementado de alguma forma)
  • Experimentos controlados: serve para efetuar um bem projetado e controlado experimento de laboratório. Tem conhecimento das hipoteses, variaveis a serem testadas, conhecimento estatistico dos resultados.
  • Métodos de avaliação interpretativos: possibilita aos designers um maior entendimento de como os usuários se utilizam dos sistemas em seu ambiente natural e como o uso desses sistemas se integra com outras atividades. São feitas avaliação participativa e conceitual.

Um exemplo que pode ser sitado é a Microvix que tem o setor de qualidade que faz os testes, existe um portal da qualidade que é feito os testes do programa para verificar se é o que o cliente solicitou. Após testado é publicado no portal do cliente onde garante um resultado de satisfação pela pessoa que solicitou.

domingo, 21 de setembro de 2008

[SIS II] Intranets com 1000% de Retorno

1) Você acha que a Amdahl avaliou corretamente todos os custos importantes do seu site?

R: Acredito que não foi avaliado corretamente e isso fez como que refletisse nos resultados: dobrou de tamanho, agilizou processor, cortou custos de impressão.


2) A economia de tempo dos empregados é um grande elemento na coluna de benefícios, mas quanto de economia de tempo de empregado é realmente traduzido em trabalho útil?

R: Visto que o processo pode ser agilizado de alguma forma, isto acaba enomizando o tempo do funcionario, acabando sendo útil para o que realmente necessita fazer. Diminuindo o nivel de estresse com tarefas cansativas.


3) Segundo o texto, onde é que muitas empresas falham no levantamento dos custos?

R: As empresas acabam falhandona inclusão de um ou mais desses custos, e falham especialmente ao contabilizar os custos de desenvolvimento do conteúdo em primeiro lugar(ou em segundo lugar, se ele precisar ser redigitado e reformatado para se ajustar ao software da Web).


4) O que são benefícios intangíveis? (Procure a resposta nas páginas anteriores.)


R: São benefícios intangíveis, como um serviço de atendimento ao consumidor mais eficiente ou uma tomada de decisão mais aprimorada, não podendo ser imediatamente quantificados, mas podem gerar ganhos quantificáveis no longo prazo.

[IHM] Engenharia da Usabilidade

Este texto se refere as fases da Engenharia da Usabilidade, sendo comentando um pouco sobre cada uma das suas fases.
  • Na fase de pré-design

Tem a característica pela busca de informação e conceituação sobre o usuário e seu contexto de trabalho e sobre sistemas relacionados, padrões de interface, guidelines, ferramentas de desenvolvimento, etc. A fase do design inicial é constituída da especificação inicial da interface. A próxima fase é a do desenvolvimento iterativo alimentado por feedback de testes até que os objetivos tenham sido alcançados. Finalmente há a fase do pós-design com a instalação do sistema no local de trabalho do usuário e acompanhamento com medidas de reação e aceitação do sistema pelo usuário final.

  • Na fase do design inicial

É recomendado o uso de métodos participativos, uma vez que, embora os usuários não sejam designers, são muito bons em reagir a design que não os agrada ou não funciona na prática. É recomendado, ainda, o uso de guidelines gerais, aplicáveis a qualquer interface, guidelines de categoria específica aplicáveis à classe de sistema sendo desenvolvido e guidelines específicas para o produto.

  • A fase do desenvolvimento iterativo

É baseada na prototipagem e testes empíricos a cada iteração do ciclo de desenvolvimento. Avaliação qualitativa é aplicada ao sistema em processo de design para verificação dos aspectos da interface que funcionam e principalmente dos que causam problemas. Em interfaces quase terminadas são feitas medições quantitativas para checagem das metas. Muito importante nesta fase é o design rationale, um registro que explicita cada decisão de design. Um formalismo que pode ser utilizado para esse registro é o gIBIS (graphical Issue-Based Information System). O design rationale, além de manter a memória do processo de design, ajuda a manter a consistência ao longo de diferentes versões do produto.

  • No estágio de pós-design

É caracterizado por conduzir estudos de campo do produto em uso, para obter dados para nova versão e produtos futuros. Esses estudos devem ir além do registro imediato de reclamações buscando avaliar o impacto do produto na qualidade do trabalho do usuário. Os usuários devem ser visitados em seu local de trabalho e devem ser colecionados registros de sessões de uso do sistema para análise.